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domingo, 28 de dezembro de 2014

Um conto de Natal (Parte 2)

Olá meus queridos leitores,
continuando hoje o meu Conto de Natal, a parte 2 do meu natal um tanto agitado! Tudo começou na noite do dia 24/12, quando eu e minha prima Helena demos uma fugidinha para dar uma dentro do carro, depois fui para o apê de Fernandinha e acabei também fodendo a minha querida Marylin no capo do meu carro - na tarde do dia 25/12, sai com a Carolzinha, uma leitora do blog que mora bem pertinho de mim.
Todo esse resumo, é fruto do conto anterior: Conto de Natal (Parte 1)

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Cheguei no local combinado para encontrar a Carolzinha. Menina doida. Leitora do blog, começou a me mandar alguns emails me dizendo que queria me conhecer. Oras, logo de cara aceitei. Eu costumo conversar muito com as pessoas antes de aceitar sair com elas, ainda mais leitoras do blog, mas, esta me pareceu ser convincente. E sinceramente, acho que aceitei porque ela mora bem pertinho de mim.
Nos encontramos em um parque e logo a reconheci: Loirinha, baixinha, pele branca, e cumpriu o que havia dito no e-mail quando combinamos o encontro. Ela disse que iria de shortinho jeans e blusinha vermelha. Pedi para ela ir de calcinha fio dental e de preferencia sem sutiã, isso eu teria que ver com meus próprios olhos.
Mas me excitei com a idéia daquela garota linda, caminhado em minha direção, estar com uma calcinha fio dental, atolada na bunda, só para eu poder tirar com a boca.

Ela chegou até mim, me reconheceu de primeira. Me abraçou e eu retribui quase quebrando as suas costelas com um abraço forte.
_Eu vim vestida do jeitinho que combinamos.

Eu dei um beijo no rosto dela:
_E merece um doce por isso.

Ela riu, com um sorriso de safada. Já havia sacado tudo da minha leitora. Ela disse que adorou os contos da Gabriella (Link aqui) e da Rafaela (Link aqui), ambos porque eu era violento e acabava fazendo anal. Carolzinha havia me dito que nunca fez anal, e eu, claro:
_Isso sim é um ótimo presente de Natal. Eu te dou um peruzão suculento, e tu me dá a sua portinha dos fundos.
Ela riu ainda mais, estava ansiosa para foder comigo, assim como eu estava louco para comer aquela menina.

A levei para a minha casa. No carro, ela se demonstrou ser bastante tímida, mas não a culpo, deve ser mesmo estranho encontrar um cara desconhecido que escreve suas experiencias sexuais em um site. Depois conversamos sobre isso e ela me contou que só estava um pouco assustada.

Quando chegamos no meu apartamento, ela já parecia se sentir um pouco mais a vontade. Sentou-se no meu sofá e eu liguei a TV - como sempre, nada de interessante. Busquei um vinho tinto que estava guardando para datas festivas, mas ela me disse que não gosta muito de beber antes de fazer sexo.
Menina apressada, gosto disso. Me sentei do lado dela e já fui passando a mão na sua nuca, afinal, se era para ser apressado, eu faria isso direito. Ela se inclinou e eu a beijei. Coloquei as mãos no meio de suas pernas e ela já foi colocando seus dedinhos em cima da minha perna. Com a outra mão, trouxe a mãozinha delicada dela para cima do meu cacete já duro.

Ela riu. Abriu meu ziper como uma profissional e tirou o meu pau da calça. Começou a me masturbar bem de leve, e elogiou o tamanho da minha cabeça. Eu comecei a forçar a sua nuca para leva-la até o meu cacete. Ela me deu mais alguns beijos enquanto continuava me masturbando, e então foi descendo para abocanhar o meu pau.

Passou a primeira lambida e foi descendo com a lingua para a base do meu cacete, fazendo um espiral. Olhou para mim com cara de safada, olhos de quem queria pica estocada na garganta. Colocou o meu pau dentro de sua boca. Eu agarrei o seu cabelo e puxei com força, ela sorriu. Não falou nada, me masturbou, abriu ainda mais as minhas pernas e caiu de boca mais uma vez no meu caralho. Forcei a cabeça dela para minha direção, e ela fez uma garganta profunda deliciosa. Tirei a cabeça dela e terminei de tirar a minha calça. Só de camisa ali sentado no sofá, ela continuou abocanhando o meu cacete, e massageando as minhas bolas.

Era hora de trocar de posição. Mandei ela ficar em pé e fui tirando a sua blusinha. Fiquei em pé junto dela, e ela com as duas mãos no meu pau, não parou de me masturbar. Ela realmente estava sem sutiã. Antes de tirar a sua blusinha, pude ver os biquinhos de seus seios durinhos a mostra. Tirei a blusinha e fui logo caindo de boca naqueles seios rosados. Me lembrou os seios deliciosos de Helena, que havia chupado no carro na noite passada. Fui também tirando o seu shortinho jeans, e então eu vi a calcinha fio dental de Carolzinha. Me abaixei e a coloquei de bumbum empinado para mim, encostada no sofá. Mordi o lacinho da calcinha e fui puxando, tirando a calcinha fio dental do rego dela, do jeitinho que havia prometido por email.

Ela empinou a bunda. Eu fiquei em pé e abracei ela por trás. Ela sentiu o meu cacete duro e molhado em sua bunda, e esticou os braços para encontrar a minha cabeça. Me beijou na boca enquanto eu descia as minhas duas mãos para a sua bucetinha. Também estava molhada, a safada. Com a mão direita comecei a massagear seu clitóris e com a esquerda eu massageava os lábios, fui abrindo-os bem de leve e quando ela começou a gemer eu enfiei o dedo indicador. Ela gostou, continuou gemendo, portanto, continuei a masturbando. Enfiei outro dedo e fui ainda mais fundo. Ela me deu outro beijo e ainda mordeu meu lábio inferior.

A coloquei de frente para mim e ela sentou-se no sofá, já de pernas bem abertas. Enfiei, agora com a mão direita, dois dedos dentro de sua buceta. Comecei a enfiar com rapidez os meus dedos dentro de sua buceta e a alisar o seu clitóris. A masturbei com velocidade e força até ela começar a implorar para eu parar. Era assim que eu a queria, submissa. Ela ejaculou e o meu pau já não aguentava mais, precisava foder a Carolzinha para fazer do meu Natal inesquecível. 


Pulei para cima dela e ela já foi me dando a sua bunda. Queria mesmo era dar o cuzinho, mas eu deixaria para depois. Fui beijando a sua nuca. Fiquei deitado atrás dela ali o sofá, e continuei a masturbando. A garota era safada, começou a gemer no meu ouvido e a falar bobagens:

_Vai comer o meu cuzinho, vai? Vai gozar lá dentro?

Coloquei a camisinha e alisei o cuzinho dela. Ela estava delirando, podia sentir pelo seu tom de voz e pelos gemidos. Mas ainda não era hora. Comecei a meter em sua buceta. Levantei bem alto a sua perna e penetrava bem fundo. Ela não parava de gemer, atorava ter um cacete atolado na buceta - eu não conseguia parar de pensar em como seria comer aquele cuzinho! Que me perdoem as pessoas religiosas, mas na minha opinião, todo mundo deveria passar o natal fodendo, fazendo sexo, da melhor maneira possível!

Apertava os seios da menina e ela gemia ainda mais. Me dava bundadas e rebolava no meu cacete.

Tirou o meu pau e subiu em cima de mim, continuou me cavalgando como uma profissional. Apoiou os braços no meu peito e continuava falando bobagens enquanto me cavalgava: 
_Edgar, você tá gostando? Quer gozar no meu cuzinho quer?

Ela tirou o meu pau de sua buceta e tentou coloca-lo no cu. Ela ficou vermelha de dor quando a minha cabeça começou a passar pelas pregas. Não conseguiu e inseriu o meu pau de volta na sua buceta, onde continuou me cavalgando. Foi a minha vez de falar bobagens. A puxei para bem pertinho de mim, e fiquei segurando sua cabeça para conseguir beija-la, e para poder sussurrar em seu ouvido:
_Eu vou estourar o seu cuzinho! Você vai ter que sair daqui de cadeira de rodas, sua safada. Piranha.

A buceta dela me mastigou quando comecei a xinga-la. Ela gostava disso. A buceta dela foi ficando ainda mais apertada e ainda mais molhada. Ela continuou me cavalgando. 
Apertei bem a bundinha de Carolzinha e com o meu polegar, comecei a alisar o seu cuzinho. Estava piscando, a garota estava mesmo afim de perder a virgindade do cu. 

Tirei o meu cacete e tirei ela de cima, segurei a sua mão e fui com ela para a minha cama. Ela já foi logo subindo e ficando de quatro para mim. Troquei de camisinha e peguei o lubrificante que guardo no criado mudo. Cai de boca no cuzinho da menina. Piscava de tesão. Mergulhei três dedos na sua buceta e a masturbava, enquanto chupava aquele cu delicioso. 

Deixei escorreu lubrificante por toda a sua bunda e no meu cacete:
_Vo te estourar menina! 
_Me fode até meu cu ficar roxo. 

Estoquei o meu pau no cuzinho apertado e virgem de Carolzinha e ela endureceu todo o corpo. Ficou arrepiada e deu um grito de dor. Estoquei mais uma vez e ela gemeu com dificuldades. A terceira estocada e ela já estava deitada de bruços na cama. Comecei o vai e vem e o seu cu nada de alargar. A garota continuava tensa. Segurei os seus ombros e comecei a massagear:
_Não fica tensa, gostosinha, é só o seu cuzinho ficando arrombado.
Ela falava com dificuldades, estava sem folego:
_Eu sei, eu sei, eu sei...


Enquanto comia o cu de Carolzinha, ela ficou quieta e gemendo bem baixinho. Tirei o meu pau do seu cu e ele piscava feito enfeite de natal. Cuspi no cuzinho dela e enfiei dois dedos com muita dificuldade. O cu da menina estava bem apertado. Enfiei três dedos em sua buceta e comecei a masturba-la. Ela passou a gemer alto. Me aproximei do seu ouvido e falei: 
_Quer que eu continue te fodendo no cuzinho quer?
Ela se virou para mim com dificuldades e cara de puta:
_Quero, me fode no cu. 

Tirei meus dedos do seu cu e estoquei meu pau de novo. Ela gritou de dor mais uma vez.
_Vamos tirar essas pregas, vamos?

Ela enfiou a cabeça no meio do travesseiro e continuava dura como pedra, e o corpo todo arrepiado. Olhou para mim e eu pude ver as lagrimas nos olhos da menina. 

Para o azar dela, eu demorei a gozar. Estourei o seu cu, fodi ele com muita força e estoquei a minha lança o mais fundo que consegui no cu de Carolzinha. A menina já estava pálida quando sussurrou que já não aguentava mais. Ouvia o som saindo de seu cu, e gases vaginais saindo de sua buceta. Era dor que ela sentia.
_Tá gostando do presentinho de natal?
_Seu pau é muito pra mim, eu fui uma menina má o ano todo. 

Estoquei meu cacete ainda mais fundo, e ela gritou de dor. _Foi uma menina má? E só agora me fala isso?
Segurei ela pelo cabelo e comecei a meter ainda mais fundo naquele cuzinho apertado. Ela gemeu, agora gemeu feito louca. Para deixa-la excitada, comecei a xinga-la:
_Putinha, gosta disso sua piranha? Gosta quando puxo seu cabelo, vadia?

E ela rindo dizia que sim. Estoquei ainda mais, senti que precisava gozar. 

Tirei a camisinha e comecei a esfregar o meu pau na buceta e no cuzinho, gozei nas costas da garota. 


Estávamos suados. Ela deitou-se e eu me deitei do seu lado com o pau ainda duro. Ela segurou o meu cacete e começou a me masturbar. 

_Eu acho que não consigo andar mais. - Ela disse sorrindo e olhando para o meu cacete.
Beijei a menina e segurei seu cabelo novamente. A conduzi até o meu pau gozado e a fiz me chupar. A submissa Carolzinha fez o que mandei. Abocanhou o meu cacete com vontade. A deixei me chupando até gozar de novo, dessa vez na sua boca. 


Ela se deitou novamente, mais uma vez disse que não conseguiria se levantar. Disse para ela dormir e relaxar, de noite levaria ela de volta para a sua casa. 


Olhei no celular e Fernandinha me perguntava se podia ir em casa, disse que não, pois havia uma garota com o cu arrombado na cama. 

Carolzinha me abraçou e ficamos ali deitados por pelo menos uma hora, até o cu da menina parar de arder e ela conseguir ir pro banho.


Enfim, foi um ótimo Natal. Para encerrar com chave de ouro, depois que deixei a Carolzinha em sua casa, fui para a casa de Fernandinha para receber um boquete daqueles.



quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Um conto de Natal (Parte 1)

Não existe nada mais clichê do que reativar um blog (quase) abandonado no dia 25 de dezembro: Natal! 
Pois é meus queridos, vocês ficaram desde o dia 8 de agosto apenas com a postagem "PASSADINHA RÁPIDA", e agora estou chegando super atrasado desejando Natal para todos vocês,  meus queridos e fieis leitores, que me lotaram de mensagens, comentários e e-mails durante toda essa minha ausência. 
Bom, é fato de que eu ando trabalhando muito, a vida de Fotógrafo não é fácil e também tenho entrado em outros ramos ultimamente (acreditem se quiserem, mas até no ramo pornográfico eu estou agora, e agora é para valer), e o blog, que era apenas um hobbie acabei deixando de lado. 

Enfim, hoje passei aqui, aproveitando que estou de folga e consegui ficar sozinho por alguns minutos, respondi todos os comentários que estavam pendentes e também muitos emails. Gostaria de agradecer muito a "Mineirinha", a nossa leitora que vive a comentar os meus contos, e que ultimamente esteve muito próxima de mim, no meu dia a dia. Beijão para ti linda! 

Bom, vamos deixar as desculpinhas de lado e agradecimentos para que sejam feitos pessoalmente mais tarde, hoje, volto a escrever no blog contando sobre como foi o começo do meu Natal desse ano, 2014. 

O relógio marcava 20:00, de ontem (dia 24/12), e eu estava na casa dos meus tios. Eles preparavam uma gigantesca de uma ceia para os meus primos, irmãos e avós, e eis que enquanto eu conversava com a minha tia, na varanda, tomando um vinho tinto, a minha prima Helena chega de carro com o novo namorado.
Babei. 
Helena está fantástica! Bumbum empinado, cabelos até os ombros,uma maquiagem leve, batom rosa. Estava vestida apenas de vestidinho, mostrando as belas pernas brancas e um lindo decote, mostrando seus seios deliciosos (não são grandes, mas adoro beija-los). 
Aqui no blog eu já falei muito sobre as minhas travessuras com Helena, e sobre os meus fetiches. Desde criança, eu e ela tínhamos uma relação "intima". A primeira buceta que encarei e lambi foi a dela, quando eu era um pivete do tamanho dos meus priminhos. Eu e ela nos escondíamos em encontros familiares para nos masturbarmos, um ao outro, e eu na maioria das vezes acabava gozando em sua calcinha. 

Desci as escadas correndo para abraçar a minha prima. Enquanto descia, vi dois primos meus, que devem ter seus 12 e 13 anos, Julio e Isabela - pensei no que eles poderiam fazer escondidos em algum canto da casa, como eu e Helena fazíamos. A encontrei ainda na sala. A abracei e a levantei do chão. Ela ficou toda vermelha. Cumprimentei o namorado dela e já fui puxando a minha doce prima para o sofá para conversarmos. Primeiro conversamos sobre as trivialidades da vida, sobre o trabalho, sobre a faculdade e sobre o tempo  que fazia que não nos víamos. Helena sempre soube que eu a amei, e sempre soube que eu adorava ter aqueles fetiches sexuais com ela. E ela já é moça formada, moça direita, mora sozinha e já leva bem quem entende para a cama. Senti que ela queria era dar aquela fugidinha comigo, como fazíamos sempre.
_Edgar, tu pode me levar ali no supermercado, estou procurando um vinho tinto pra hoje. 
_Claro.
O namorado dela se levantou:
_Pode deixar que eu vou, querida.
_Não, não é preciso - falou o nome dele e o abraçou - Fica aqui com os meus pais, eu vou lá com o Edgar, é super rápido.
O garoto hesitou por um momento, mas aceitou quando ela deu um beijo no seu rosto. Eu me levantei e já fui correndo para o meu carro.

Ela saiu da casa da minha tia e correu para o banco do passageiro, quando fechamos as portas, ela sussurrou: 
_Vamos pra algum lugar escuro, agora!

Corri. Sai dali e fui direto para um campinho de futebol que tem ali perto da casa da minha tia, que por sinal, fica próxima também do supermercado onde teríamos o nosso álibi. Apaguei os faróis e espiamos todos os campos para ver se ninguém nos espiaria. Ninguém a vista.
Saltei para o banco de trás e ela veio junto. Fui puxando o meu sinto e eu fui abaixando o seu vestido, deslizando eles pelos seus ombros. Ela estava sem sutiã, seus seios empinados apontavam para mim. Jogou meu cinto longe e abriu meu ziper, levantei a bunda e ela tirou a minha calça com velocidade. A peguei pela cintura e a trouxe para o meu colo. De pernas abertas para mim, ela já sentia o meu cacete duro embaixo de sua buceta. 

Lambia os seus seios com delicadeza, e conseguia ouvir os seus gemidos bem baixinho.

Não tínhamos muito tempo. Apesar do super mercado estar lotado, não poderiamos abusar do tempo para que ninguém desconfiasse, e o que mais gostei era que Helena também sabia disso. Ela colocou a sua calcinha de lado e eu tirei o meu cacete para fora da cueca. Ela mesmo agarrou o meu caralho e começou a encaixar em sua bucetinha. 

Abracei ela. Ficamos com o corpo colado, no breu da noite, dentro do meu carro, estacionado naquele campinho. E ela foi subindo e descendo no meu cacete. Entrando e saindo. A buceta de Helena é o que eu chamo de 'buceta esmaga pau'. Muito apertada, estica o meu prepúcio de maneira semelhante a quando faço anal com outras mulheres. Não nos preocupados em meter sem camisinha. Aquela relação de incesto que estávamos tendo ali era algo que deveríamos ter feito há muito tempo. 

Continuei beijando o seus seios, mordisquei o biquinho do seio rosado e ela gemeu ainda mais. Abraçou a minha cabeça e me trouxe para mais perto de seu seio. Sentia o coração dela acelerado, e os nossos corpos suando. Comecei a movimentar o meu quadril com mais vontade, com mais força, e os gemidos dela foram ficando mais agudos, mais gostosos, e com um ritmo mais rápido, até começar a sussurrar que estava gostoso. E eu respondi que iria gozar.
Para minha surpresa, Helena sentou ainda mais fundo no meu cacete e disse que não teria problemas em gozar dentro. Segurei a sua bunda e comecei a meter ainda mais fundo nela, sentia o meu cacete encostando no final de sua buceta. 

Gozei e gemi alto, abraçando a cabeça dentro contra o meu ombro. E ela também gemeu só no meu ouvido enquanto esfregava ainda a buceta em cima da cabeça do meu pau, toda molhada. 

Vesti a minha calça e ela a sua calcinha. Arrumamos as nossas roupas e estacionei o carro no supermercado. Entramos, compramos o vinho e fomos para a casa. Isso já marcada quase 22:00. Estávamos suados, mas ninguém questionou. O namorado dela lhe deu um beijo quando chegamos. Ela retribuiu com outro - não se falaria mais naquilo.  

Decidi ir visitar Fernandinha, que atualmente está morando sozinha e iria passar o natal no apê dela. Fiz uma surpresa e levei uma garrafa de champagne. Para a minha surpresa, Fernandinha já estava bêbada. Apenas de calcinha e sutiã no apartamento todo fechado, ela estava na internet, conversando com maniacos sexuais no chat da uol. Nas salas de sexo de São Paulo. Ela estava exibindo a buceta para dois caras gordos e peludos. Pedi para ela parar com isso, mas ela decidiu que tínhamos que nos exibir. Mandou eu me sentar no sofá, ela posicionou o notebook onde não pegaria o meu rosto. Ela abaixou a minha calça e começou a me masturbar.  

Não é dificil ficar excitado com Fernandinha, aquele corpo de menina, aquele jeitinho de ninfomaniaca, ainda mais de calcinha e sutiã e corpo suado. Com meu cacete duro na frente dela, ela começou a chupar e a olhar para a webcam do notebook. Os dois velhos gordos e peludos começaram a se masturbar e gozaram logo depois de um minuto socando aqueles paus velhos. Ela continuou me chupando. Eu demoro a gozar com sexo oral. 

Enquanto ela ia me chupando, eu passei as mãos para a sua bunda. Enfiei a minha mão por debaixo de sua calcinha e comecei a cutucar o seu cuzinho. Ela me fez uma garganta profunda e engasgou. Encheu seus olhos de lágrimas. 

Ela então se levantou, abaixou o notebook, encerrando o showzinho para os dois velhos, e começou a me beijar. Ali mesmo no sofá. Eu agarrei Fernandinha pela cintura e coloquei ela para se deitar no sofá. Coloquei a minha mão por debaixo de sua calcinha e comecei a masturba-la. Enfiei dois dedos na sua buceta, do jeitinho que ela gosta, e a ouvi gemer. 

Levantei a suas pernas e fui tirando as suas calcinhas. Ela ficou com as pernas bem abertas, uma no chão e a outra por cima do encosto do sofá. Coloquei duas almofadas embaixo do cóccix dela e mandei ver em sua bucetinha molhada. 

Fernandinha já estava suada, o meu corpo foi ficando cada vez mais melado junto com o dela. Deitei-me em cima dela e a beijei. Senti o gosto de vodka, mas continuava. Ela parava de me beijar só para pedir para eu ir mais fundo. Tirei o meu cacete de dentro de sua buceta e meti os dedos. Alisei o ponto G da Fernandinha só para ve-la se contorcer de prazer e gemer mais alto. E então, voltava a meter o meu cacete dentro de sua buceta molhada e larga. 


Tirava, enfiava três ou quatro dedos, alisava o seu ponto G, e voltava a cacetar aquela buceta com a minha piroca inteira. 



Ficamos assim até ela ter dois orgasmos e mandar eu parar, pois já não aguentava mais nada. Já havia se masturbado antes para os velhos. Ela só queria que eu ficasse deitada junto com ela durante os fogos de artificio. 

Não era tão fácil assim. Levei o meu cacete para a boca dela e ela me fez gozar! Engoliu tudo. 


Nos deitamos de conchinha ali no sofá. Ambos suados e a meia luz de abajur. O relógio marcou 0:00 e os fogos de artifícios começaram lá fora. A coitada que sofre de solidão só queria ser abraçada.

A noite estava ótima. O relógio marcava 1:00 quando eu levei Fernandinha para a cama dela, dormindo como uma pedra. Já havia comido Helena e feito Fernandinha chegar no orgasmo duas vezes. Eu queria saber quantas mais eu poderia comer naquela noite de Natal. 
"QUANTAS PODEM AINDA ENGOLIR O MEU PERU!" pensei nessa piada infame quando tranquei o apartamento de Fernandinha e joguei a chave para dentro. 

Desci e liguei para a Marylin, a minha melhor amiga, a melhor prostituta de São Paulo. Ouvi ela conversando enquanto me atendeu, estava bêbada e em uma festa de família.
_Marylin, Feliz Natal! 
_Feliz Natal Edgar! O que que você manda?
_Está ocupada? Festa de família?
_Sim, mas já estou indo embora. - Ela deu uma pausa - Eu não sei como vou embora, eu estou mamada. 
_Eu te busco.

Ela me passou o endereço e eu corri para pega-la. Marylin bêbada sempre foi um vulcão em erupção. Enquanto pensava nela dirigindo até a casa de seus pais, meu pau latejava de desejo por mais. 
Marylin entrou no carro, ainda se despedindo de alguns familiares:
_Essa daqui é meu amigo, amanha pego o meu carro de volta. 

Fechou a porta e saímos de lá. 
_O que esta pensando em fazer comigo heim, Edgar?
_Quero te comer sob o capô do meu carro, tem como?
Ela riu alto, mas parecia interessada.
_Edgar, o que eu não faço por você, meu querido.

Sumi do mapa. Subi até a caixa d'água no ABC paulista. Um breu, ninguém em nenhum lugar, só as luzes lá embaixo, piscando. A noite de natal mais quente que já vivi. Marylin desceu do carro e eu peguei a minha blusa no banco de trás. Coloquei em cima do meu capo e ela sentou-se. Reclamou que estava quente, mas continuou deitada. 
É um tanto diferente ver Marylin sem aquelas roupas extravagantes de puta. Ela estava vestida de calça jeans e uma regata branca. Tirei a sua sandália e ela foi desabotoando a sua calça jeans. Tirei com dificuldades aquela calça justa. 

Abriu bem as pernas para mim, revelando aquele bucetão monstruoso que somente uma profissional do sexo tem, e as que eu adoro. Tirei o meu cacete para fora e ele foi logo seguindo em direção ao bucetão de Marylin, como um imã sendo atraído. 

Só conseguíamos ouvir os grilos lá em cima e o som do vento. Em poucos instantes, ela possível ouvir o barulho do capo do carro vibrando, dos nossos corpos batendo um no outro, e de Marylin gritando feito uma puta de filme pornô brasileiro:


_Me fode mais, me fode mais, mais fundo caralho, mais fundo porra! 



Tirei meu cacete de dentro daquele bucetão molhado, tirei a camisinha e gozei em cima de seu corpo. 


Ela, como uma boa profissional do sexo, desceu do capo e foi logo se ajoelhando, agarrando o meu cacete e chupando cada gota de porra que ainda estava no meu pau. Sugando a cabeça do meu cacete como quem chupa um picolé. 

Coloquei meu cacete para dentro e ela vestiu a calça. Entramos no carro e levei ela para a sua casa. 

O relógio marcava 4 horas da manhã. Hora de ir para minha casa. 

Cheguei às 6, e ainda fui checar os meus e-mails e eis que encontro um e-mail de uma leitora do blog, interessadíssima em me encontrar. Disse que é do ABC paulista, e que poderíamos nos encontrar hoje, sem problemas. Só não gosta muito de motéis. 
"mas que belo presente de Natal um blogueiro pode receber", mandei para ela. Liguei e combinamos um encontro às 14:00 de hoje (25/12). Deitei na cama e dormi. Acordei as 11:00 com o Caue me ligando, perguntando se iria descer pro litoral junto dele, disse que não, pois teria compromisso. Vi mensagens de Marylin dizendo que o que fizemos ontem era loucura, e também mensagens de Fernandinha dizendo que eu tinha que ter dormido junto com ela na noite passada.

Marcou 13:30 e eu já estava na estação, esperando pela garota, que vou chamar de Carolzinha. E claro, o que eu fiz com Carolzinha no meu Natal fantástico, deixo para depois. 

Beijos e abraços, meus queridos leitores, e claro, ótimo Natal. 


sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Passadinha rápida

Uma passadinha rápida para dizer que não me esqueci dos meus amores, amigos e leitores! 












Espero que o orgasmo com todos estes videos seja bom, assim como foi comigo! Tô indo lavar as mãos...



quarta-feira, 16 de julho de 2014

terça-feira, 8 de julho de 2014

(COPA) Brasil perdeu, mas eu ganhei uma Aposta!

Olha meus queridos leitores, o Brasil perdeu, mas eu não estou tão triste assim. Sinceramente. Antes que me atirem pedras pelo anti patriotismo, vou lhes contar o que aconteceu:

Eu e Fernandinha, junto de Caue (já falei sobre ele aqui e aqui), Monica, Marylin e outros amigos estávamos no Bar, assistindo ao jogo do Brasil contra Colômbia, na sexta feira passada, e surgiu uns papos sobre apostas. Assim que o jogo acabou, e ficamos sabendo que o próximo adversário do Brasil seria a Alemanha, Monica começou a apostar com Caue de que o Brasil ia ganhar de 5 à 0 da Alemanha, já Caue apostou em 3 à 2 para o Brasil, eu estava um pouco cético em relação ao Brasil ganhar da Alemanha, afinal de contas, a Alemanha está jogando muito nesta copa, e Fernandinha entrou na história dizendo: 
_Edgar, duvido que a Alemanha ganhe do Brasil! 
Todo mundo da rodinha me vaiou. Disseram que eu não entendia de futebol e começaram a rir de mim, bem, só de vingança, toquei num assunto que a Fernandinha não gosta muito: Sexo Anal.

Me aproximei do meio da mesa e todo mundo sabia que eu ia falar merda, Fernandinha já riu e fechou o circulo, e eu disse: 

_Fernandinha, vamos fazer assim, fechar uma aposta séria aqui: Eu Aposto que a Alemanha vai ganhar do Brasil, e se você não acredita nisso, vamos fazer o seguinte: Para cada gol que a Alemanha fizer no Brasil, eu vou dar uma estocada na sua Portinha dos Fundos! 
Todos da mesa riram e Fernandinha corou. 
Ela não é fã de Sexo Anal, fez poucas vezes na sua vida, e quando fez comigo não aguentou e pediu para parar, mas ela topou, e disse: 
_Tudo bem, e para cada gol que o Brasil fizer contra a Alemanha, vai ser a quantidade de horas que eu vo te manter preso na cama com algemas. 

E ali fechamos o nosso acordo com um aperto de mão.

Hoje, dia 08/07, todo mundo se reuniu aqui no meu Apartamento, onde escrevo essa bela história. Nos reunimos na sala, fizemos pipoca e trouxeram cerveja, eu vestido de camisa da Alemanha, o unico no meio de tanto amarelo e verde. Fernandinha assistiu o jogo no meu colo. 

Primeiro Gol, e gritamos. Caue gritou de felicidade por mim, e Fernandinha já começou a ficar com cara de puta! Segundo Gol e Marylin começou a rir desesperadamente, no Terceiro Gol, Fernandinha já queria parar de assistir o jogo e disse que tínhamos que jogar Truco. Agora, Monica e Marylin riam feito loucas. 

O primeiro tempo acabou com 5 à 0 (como todo mundo sabe), e Fernandinha já estava começando a aprender umas dicas com Marylin de como limpar tudinho o tobinha. 

Todo mundo já sabe como foi, a Alemanha tirou o Brasil da copa em um jogo de 7 à 1. No momento do Gol do Brasil só Fernandinha saltou de felicidade, todos os outros ali na sala já estavam com dó da menina por receber 7 estocadas no cu. 

Ela ficou feliz porque, eu daria as estocadas no cuzinho dela, mas estaria de algemas, preso na cama e ficaria lá preso por 1 hora. Fomos nos despedindo, mas, Caue, Monica e Marylin começaram a implorar para assistir a nossa foda. Eles prometeram que ficariam quietinhos enquanto eu ficaria preso na cama, e iriam contar se realmente seriam 7 estocadas no cuzinho de Fernandinha. Ela a principio ficou com vergonha, mas depois das insistências de Marylin e de Monica, Fernandinha aceitou o trio de voyeures no quarto. Então fomos para o quarto. Caue ainda comia pipoca sentado na poltrona em frente a minha cama. Eu fiquei nu, e Marylin fez uma piadinha sobre o meu pau já estar ereto. Me deitei na cama e Fernandinha ainda vestida subiu em cima de mim e me prendeu. Olhou no relógio e começou a cronometrar, eu ficaria preso por uma hora. Monica e Marylin se sentaram na cama, e ajudaram a Fernandinha a tirar a calça jeans e a camisa do Brasil, ela ficou apenas de calcinha e sutiã. Monica insistiu para ela tirar a calcinha, mas não quis por causa de Cauê.


Fernandinha ficou de quatro na cama e foi Marylin quem colocou a sua calcinha de lado e começou a lambuzar o lubrificante em seu cuzinho. Marylin enfiou o dedo indicador dentro da bunda de Fernandinha e ela berrou. A menina não gosta mesmo de sexo anal, mas não tinha o que fazer. Meu pau já estava duro, quando começou a dar indícios de que ia amolecer, Monica começou a me masturbar. Caue começou a ficar excitado, tirou o pau para fora e começou a se masturbar. 

Monica ficou excitada também e me masturbou com mais vontade. Fernandinha já estava com o cuzinho lambuzado, se levantou, ficou em cima de mim e ficou de cócoras em cima do meu pau. Marylin ajudou, colocou a calcinha de Fernandinha de lado de novo e a menina sentou-se na cabeça do meu pau. 

Aah, não existe sensação melhor do que o cuzinho apertado de Fernandinha. Tocado pouquissimas vezes na vida, um cuzinho praticamente virgem. Ainda com o cuzinho em cima da cabeça do meu pau, ela começou a deslizar para cima dele. Chegou a enfiar a cabeça com muita dificuldade. Para meu pau não deslizar, Monica segurou meu cacete e o manteve ereto para entrar direito no cuzinho apertado da minha ruivinha. Marylin também quis participar e começou a massagear minhas bolas. 

Sensação melhor não há. 
Fernandinha gemeu de dor e desespero, ficou vermelha, mas enfiou um pouco mais do meu cacete para dentro do seu cu. 


Logo em seguida foi para cima e Marylin contou 1 estocada. Fernandinha foi descendo de novo em cima de meu cacete, dessa vez foi um pouco mais, e eu gemi alto quando Marylin contou 2 estocadas. 

Fernandinha começou a rebolar e estava começando a sentir o prazer anal. Apoiou uma mão em meu peito e com a outra começou a se masturbar. 

Gemeu em cima de mim enquanto deslizava seu corpo para cima do meu cacete mais uma vez. Marylin contou 3 estocadas, Monica masturbou meu pau mais um pouco e eu me mantinha ereto mais do que nunca. Meu pau apertado dentro daquele cuzinho apertado de Fernandinha. 
Que delicia.

Sem palavras para uma vitória em uma aposta e ganhar tudo aqui de meus amigos. Caue estava gemendo se masturbando na poltrona, e os gemidinhos de Monica e Marylin são como sempre muito excitantes. Fernandinha sentou no meu pau mais uma vez, mas Marylin não contou. Logo em seguida, sentou de novo no meu cacete e de novo, e só então Marylin contou 4 estocadas. Fernandinha riu e chamou Marylin de vadia:


_Você não está contando direito, porra! 
Marylin se endireitou para o lado de Fernandinha e deu um beijo lésbico na minha querida amiguinha colorida. 


Fernandinha começou a sentar no meu pau mais e mais e mais vezes. Quando o beijo terminou, ela disse em meio a gemidos de dor e de prazer que já tinha sido 7 estocadas no cuzinho dela, mas Monica e Marylin não deixaram ela sair de cima de mim. 

Monica agarrou Fernandinha por trás e começou a massagear seus seios, e Marylin levou seus dedos para a buceta de Fernandinha e começou a masturba-la. Fernandinha não desceu de cima do meu cacete, duro, gozado e molhaddo dentro de seu cu apertado. Ela continuou subindo e descendo nele, cavalgando gostoso. 

Seu cuzinho começou a ficar alargado e pude sentir isso quando ela começou a gemer ainda mais alto de prazer. Marylin e Monica estavam fazendo o que eu faria se não estivesse com as mãos presas pela algema. Fernandinha abriu os olhos e estava fixa me olhando, me ameaçando: 


_Você ... sabe que eu  ... não gosto de fazer anal... seu filho da puta. ... 

E eu respondi com um longo sorriso: 
_Quer eu goze dentro de você? 

Ela continuou cavalgando, sem me responder, continuou gemendo e com o rostinho vermelho de prazer, fechou os olhos de novo e mordeu os lábios enquanto sentia a grossura do meu cacete dentro de seu cuzinho. E então concordou sobre eu gozar nela. 

Eu comecei a meter agora dentro de seu cu. 

Comecei a bombar, movendo meu corpo todo para cima e para baixo dentro de seu cu, e ela começou a gritar ainda mais. Marylin aumentou os movimentos da masturbação em sua bucetinha e enfiou quatro dedos dentro dela. Assim como Monica apertava seus seios e mordiscava a orelha de Fernandinha.


Gozei dentro do cu de Fernandinha, e ela parou. 

Monica e Marylin se distanciaram, desceram da cama. Caue estava se limpando da goza depois de sua masturbação. A minha porra escorria para fora do cu de Fernandinha. Ela desceu do meu pau e a porra toda caiu na cama. Meu pau ainda estava duro.

Eu ainda ficaria mais 30 minutos ali preso na cama, Fernandinha vestiu a calcinha e foi levando nossos amigos para a sala, se despediu de mim e fechou a porta. Me deixou algemada na cama. 

Só depois que o horário de punição acabou, ela voltou para o meu quarto, me tirou das algemas e, cá estou, contando a minha aventura de hoje de tarde, o cuzinho que Fernandinha perdeu com a aposta. 


segunda-feira, 30 de junho de 2014

sábado, 28 de junho de 2014

Imagem da Semana

Para todas as leitoras, será que vocês aguentariam?


Clique na imagem e contemple, quero que reflitam sobre isso!

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Histórias da Fernanda #3: A minha Primeira Vez

Olá meus caros leitores, hoje falarei mais sobre Fernandinha, se não sabe quem é ela, segue o link. E no caso, falarei sobre suas Histórias. Se está chegando agora, siga este link para ler as suas outras histórias, já narradas aqui no blog. 


Fui viajar para Rio de Janeiro, e levei Fernandinha. Isso faz algumas semanas. Fomos de carro, aluguei um logo na saida de São Paulo e fui direto pela Dutra. No caminho, Fernandinha, como sempre, começou a me contar as suas histórias cabeludas. Dessa vez, ela me contou como foi a sua primeira vez:

_Edgar, eu tinha 15 anos. Não era inocente, vou estar mentindo se dizer que nunca tinha dado bola pro meu primo, ou pra alguns amigos da escola, mas ainda não tinha dado pra ninguém.

"Com meu Primo, Ramon, ele também tinha 15 anos na época, desde os 13 anos nós já ficávamos escondidos de todo mundo da família e já explorávamos nossos corpos juntos. Ele já tinha me masturbado diversas vezes, e ele foi o primeiro que eu masturbei, e o primeiro que eu chupei. Eu me lembro da primeira vez que coloquei um pinto na minha boca. Foi por pura curiosidade. Eu tenho um tio, chama Vitor. Ele tinha vários filmes pornôs na casa dele, e eu lembro que uma vez que dormi lá com Ramon, nós acabamos acordando de madrugada com alguns gemidos. Fomos furtivos para a sala e vimos meu tio Vitor se masturbando diante da televisão vendo um filme porno. Um onde um cara comia duas mulheres.
Isso foi quando tínhamos 14 anos, eu e Ramon já havíamos nos masturbado algumas vezes. Fomos para o quarto onde devíamos estar dormindo, ele foi para debaixo da minha coberta e ficou me masturbando por cima do meu pijama, e eu, apetitosa e louca de tesão, cai de boca no pau de Ramon. 

Ele com muitos pelos, me lembro que fiquei com pentelhos na garganta por uma semana. Mas foi uma delicia. Foi nesse momento que senti pela primeira vez a goza de alguém indo direto pra garganta. Ele não me avisou que ia gozar, engoli tudinho. E fiquei com a boca toda anestesiada. 

Foi até engraçado ele me pedindo desculpas por um milhão de vezes durante várias semanas.

Mas era assim que éramos, eu e Ramon nos encontrávamos, nos masturbávamos, e uma vez ou outra eu chupava ele. Massageava as bolas dele, e ele adorava. Dizia que o esperma dele saia mais clarinho quando eu massageava suas bolas. 

Mas não foi com Ramon que perdi a virgindade. 
Teve uma vez que eu e Ramon estávamos dormindo na casa desse meu tio Vitor. Quando tínhamos 15 anos. Eu e Ramon já estávamos a alguns passos a frente do que apenas masturbação um no outro. Ele já havia arrumado uma namoradinha e já tinha feito sexo com ela. Um dia, ele me cochou tão forte com o pau latejando na minha bunda, eu me derreti, fiquei molhadinha. Ele disse que queria me comer de quatro, e eu fui logo botando na cabeça que ia perder a virgindade com ele. 

Neste dia em particular, só aceitei dormir na casa de Vitor porque Ramon ia dormir lá também, e então eu planejava subir no pau de Ramon e deixar ele enfiar todo o cacete dentro de mim. Eu já estava me masturbando por várias semanas com essa noite, e eu ficava molhada só de pensar no pau dele, aquele pau que pulsava na minha boca, eu quera que pulsasse na minha buceta, que eu enfiava tanto o dedo. 

Naquela noite estava chovendo muito, eu cheguei na casa do tio Vitor. Ele fez uma janta deliciosa para mim. Eu sempre chegava lá pelas 17:00, e Ramon sempre costumava chegar antes, para conversar com meu tio sobre futebol. Eu já tinha ligado para Ramon três vezes e ele disse que já estava chegando. 
Deu 18:00 horas e ele disse que já estava chegando. E nada dele.

O clima estava ficando um pouco estranho. Meu tio Vitor era solteiro. 50 anos e só saia com putas, ficava assistindo filmes pornos e coisas do tipo. Mas para toda a nossa família, ele era só um tio gay, que nunca faria mal pra ninguém, e era justamente por isso que eu e Ramon desde criança dormíamos ali. É claro, que nunca havíamos contato para ninguém que usávamos a casa do tio Vitor para ficarmos juntos e na putaria, muito menos que sabíamos que o tio Vitor se masturbava de madrugada vendo filmes pornográficos.

O relógio marcava 19:00 e eu já queria ir embora, nada do Ramon atender o telefone.
Quando o relógio marcou 21:00, eu já estava deitada, so esperando pelo Ramon entrar no quarto, com aquela pica enorme e me comer. Mas não. Ouvi o telefone tocar e foi o tio Vitor que atendeu. Era o Ramon, dizendo que não ia dormir lá na casa dele, porque tinha surgido imprevisto com a namorada. 
Meu mundo desabou. Tio Vitor entrou no quarto, sentou na cama e disse que o Ramon nao ia vir:
_Ele precisa ficar com a namorada, ela ta com cólicas. Mas você fica a vontade tá bom? 
Agradeci a hospitalidade do meu tio. Antes de sair do quarto, ele colocou a mão na minha coxa e apertou. Foi um movimento de pura inocência. Ele saiu do quarto, fechou a porta e foi pra sala. 

Eu continuei deitada. Na casa do tio Vitor não tinha muito o que fazer. Fiquei lendo um livro qualquer, querendo matar o Ramon por não ter ido para casa do tio Vitor. Toda aquela minha imaginação de me sentar no cacete dele foi embora com toda a esperança de perder a virgindade naquela noite. 
Foi aí então que comecei a ouvir os gemidos. 

Olhei no relógio e ainda eram 23:00. Meu tio já estava assistindo os seus filmes pornos. Talvez tenha achado que eu já estava dormindo. Os gemidos estavam no volume máximo da televisão, e todo aquele som de foda estava começando a me excitar. 

Resolvi ficar nua debaixo da coberta e me masturbar. Comecei alisando a minha xoxota, molhadinha, fui alisando devagarinho meu clítoris. Comecei a aumentar a velocidade, e continuava alisando tudo a minha xoxota. Naquela época não tinha mania de me depilar todinha, ouvia o som dos meus pelinhos sendo esfregados por todos os meus dedinhos. E então eu comecei a enfiar o dedo indicador lá dentro. Minha buceta era muito apertada, e meus seios ficavam durinhos imediatamente com a vagina sendo invadida. Meu corpo todo arrepiava.

Continuava ouvindo os gemidos lá embaixo, e o calor estava invadindo o meu corpo. Decidi que naquela noite eu iria perder a minha virgindade. "Foda-se", eu só conseguia pensar nisso.


Fui para a sala, onde meu tio assistia um filme porno vintage no ultimo volume. Ele estava mandado ver na punheta, descontrolado e contorcido no sofá. Ele movia o braço direito com muita força, que eu achei até estranho. Ramon se masturbava tão lentamente, sem aquela violência toda. Parecia que o tio Vitor estava era espancando o próprio pau. Meu coração acelerou. Eu estava apenas de pijama, mas minha calcinha estava molhada de excitação. 
Fiquei do lado dele, e quando ele me viu, saltou de susto.

Não sabia onde colocar a cara. Levantou a calça para esconder o cacete e foi logo procurando o controle remoto pra abaixar a televisão. Foi pedindo desculpas um tanto que sem rumo, e não conseguia olhar para mim novamente. 

Ele pegou o controle remoto e mudou de canal. Sentou-se de novo no sofá e ficou falando que aquilo ali não deveria estar passando, e que não sabia o que estava acontecendo. Depois, começou a falar que estava era com sono e que já estava dormindo ali. Que não estava vendo nada. 

Eu não falei nada. Percebi que o cacete dele continuava duro. Ele usava uma calça de moletom bege, e o volume do cacete dele continuou claramente visível. Eu não falei nada, só me sentei no colo dele. 

Eu me lembro até hoje do suspiro que meu tio deu. Tio Vitor não falou nada, só deu um suspiro de alivio e depois começou a gemer. 
Ele segurou a minha cinturinha e me trouxe pra trás. Eu continuei quieta, e eu não sabia se ele ia me tirar do seu colo ou se ia me comer ali mesmo. Eu não sabia se ele ia pedir para me comer ou se ia me estuprar com tanta violência como estava se masturbando. Mas me lembro que estava sentada em cima do cacete dele, e aquele cacete estava bem em cima do meu cuzinho.

Eu também estava de moletom, conseguia sentir claramente o formato do seu pau, cabeçudo e grosso. Meu tio começou a descer as mãos e foram para minha coxa. Eu continuei sentada no colo dele. Mexi um pouco minha bunda, alisando o cacete dele, e ele gemeu mais uma vez. Dessa vez na minha nuca, e eu arrepiei. Minha buceta estava muito molhada. Por um instante imaginei Ramon, meu primo. Imaginei ele cheirando meu cabelo como fazia, ou alisando minhas coxas. Logo em seguida, imaginei ele fodendo a sua namorada, e fiquei ainda mais excitada. Mordi os lábios e mal pude ver o meu tio pegar o controle remoto e voltar pro canal do seu DVD de pornô.

O cara mandava ver o cacete dentro de uma loirinha que berrava de prazer. Ele começou a beijar a minha nuca, e, com a mão direita, foi alisando minha coxa direita e com a mão esquerda, foi invadindo a minha calça. Invadiu a mão inteira e já foi passando por debaixo da calcinha. Eu me arrepiei de novo quando suas mãos tocaram os pelos da minha xoxota. Seus dedos eram enormes, muito maior do que os dedos de Ramon, ou os meus. Eram dedos de um adulto invadindo a minha buceta. Ele sentiu que eu estava toda molhada, e deu uma pequena mordidinha no meu pescoço. Eu comecei a rebolar em cima do seu pau. Ele largou a mão da minha coxa e abaixou a sua calça. Segurou o cacete com a mão direita e colocou ele entre as minhas pernas. Aquela cabeçona de um pau adulto tocava os meus lábios vaginais por cima da minha calça de moletom, já molhada. 


Eu pensei comigo mais algumas vezes em "Foda-se", e me deixei entregar. Segurei o cacete do meu tio e ele estremeceu. Não sabia muito o que fazer. Continuava com a mão dentro da minha calcinha e começou a me masturbar. Seus dedos grossos e com calos de adulto trabalhador me machucava, mas não falei nada. Estava com muito tesão. Seus dedos deslizavam, e sempre que eu gemia, ele me beijava a nuca. Me arrepiava. Eu passei a tremer, mas gritei de tesão quando ele enfiou seu dedo do meio dentro da minha buceta. Eu estava tão excitada e tão molhada que não doeu. Pude sentir seu dedo inteiro, sua unha, seu calo.

O pau dele na minha mão estava molhado. Melou os meus dedos assim como já estava acostumada com Ramon.

Me levantei e ele não sabia bem o que fazer. Até hoje me lembro de sua cara, creio que ele tenha esperado o pior. Esperou que eu fosse gritar e chamar ele de louco, pedófilo ou de tarado, mas na verdade eu fiquei de pé para abaixar a minha calça. Ele foi logo arrancando a calça também e ficou com aquele cacete duro, grosso e molhado ereto para eu poder sentar.

Foi então que o medo tomou conta de mim. Continuei alisando a minha xoxotinha para deixar bem molhada. Me virei e empinei a bunda para me sentar em cima do pau dele. Ele agarrou a minha cinturinha e foi me colocando com jeitinho em cima do seu pau. 

O cacete dele encostou nos lábios vaginais e ele foi me puxando, para eu sentar em cima da tora. Doeu no inicio, mas resolvi morder meus lábios para não broxa-lo, ou que ele percebesse que eu era virgem. 
Ele lambeu a mão e passou saliva no pau. Alisou o meu clítoris e me puxou para cima do pau. Minha buceta se rasgou em cima dele. Senti aquele pau monstruoso dentro de mim.

Não pensava em camisinha, não pensava em proteção. Não pensei em nada. Muito menos meu tio Vitor. Só sei que o cacete monstruoso dele estava dentro de mim. Eu estava sentada em cima dele, com o corpo grudado no peito dele. Ele agarrou os meus seios e apertou-os, como um ogro faz quando esta excitado. E depois ficou segurando a minha cintura. Gemeu e gemeu mais um pouco no meu ouvido, e aquilo me fazia estremecer. Ficava arrepiada com os gemidos do Tio Vitor. 

Até que ele finalmente abriu a boca e começou a falar o como eu era apertada. Continuei calada. Ele começou o vai e vem bem de leve. Eu sentia uma dor esmagadora na buceta, mas continuava calada, e mordendo os lábios. Ele foi beijando a minha bochecha, querendo um beijo na boca. Enfiou mais. Enfiou mais e eu sentia a cabeça cogumelo daquele pau invadindo meu ponto G. Minha buceta nunca havia sido rasgada daquele jeito. 

Minhas pernas começaram a tremer e a doer, mas queria continuar. Sentia escorrendo da minha perna algo quente, que pensei ser a goza do meu tio, mas mais tarde vimos que era o sangue do meu hímen. 

Meu tio começou a estocar ainda mais forte, e a cada estocada que ia mais fundo, ele aumentava a velocidade. Meus gemidos viraram gritos, e não sei bem se era de dor ou de prazer. Eu realmente estava excitada, minha buceta estava pulsando e eu sentia que o pau dele só deslizava para dentro de mim por causa da minha xana molhada. 


Eu me agarrou forte e eu virei meu rosto. A sua boca já estava de encontro com a minha e nos beijamos. Sua língua invadiu a minha boca toda e minha buceta pulsou ainda mais. Apertou o pau dele e ele apertou a minha cintura com força, como se apertasse alguma almofada. 


Ele ia estocando ainda mais. Estávamos agora eu e ele assistindo aquele filme porno vintage, a loirinha com as pernas na orelha enquanto o cara forte enfiava no seu cu. Senti medo do meu tio querer comer meu cu. Mas parecia que já estava satisfeito demais com a minha xana. Não parava de meter, ia com o vai e vem lento, mas que para mim era um rasgo a cada estocada que ele dava. Parecia que eu seria empalada. 



Não senti muito prazer, mais a dor de uma lança grossa e cabeçuda querendo me matar por dentro. Até que ele tirou o pau de dentro desesperado e rápido e me levantou com as duas mãos, me tirando de cima dele. Quando olhei para trás, só vi um jato de porra voando pelo tapete da sala, e acertou o meu joelho.
Foi quando olhei para baixo e vi o sangue nas minhas pernas, nas pernas dele e no sofá. 

Fiquei tão envergonhada que peguei minha calça no chão e sai correndo para o banheiro para tomar um banho. 
Demorei muito no banho, a minha xana estava rasgada. Sentei no chão do banheiro e comecei a abrir minha buceta. Estava vermelha e eu adorei aquela tonalidade.

Sai do banho e fui pro quarto. Demorei para dormir. Me lembro de ter ouvido ele ir pro banho também. Tomou um banho bem rápido. Quando saiu, desligou a TV e foi dormir. Bateu na porta e só disse um "Boa noite, Fernanda". 

E nunca mais falamos sobre o que aconteceu lá na sala. 

terça-feira, 24 de junho de 2014

Que tal uma fodidinha?

Q. E cá volto eu, Edgar, o caro blogueiro mais ocupado que essa putosfera tem esperado ansiosamente semanas após semanas. Caros leitores, só tenho a me desculpas pelo desaparecimento nos ultimos meses. Mas veja só, nos últimos dias tenho vindo aqui com frequência, e acho que finalmente a putosfera me prendeu novamente.

Sentia saudades de fazer longos Contos Eróticos, trazer para vocês os melhores filmes pornôs do xVideos e também as maiores putinhas diante da WebCam. Enfim, eis que venho aqui com uma fodidinha gostosa de uma magrelinha tatuada, do jeitinho que eu gosto!

Mais um DELÍRIO DE EDGAR para pirar a cabeça também dos meus leitores, com essa foda que me rendeu uma punheta deliciosa!

APERTE PLAY, e deixe rolar!
Beijos meus queridos.

 


domingo, 22 de junho de 2014

Voyerismo #2: Espiando Transsexual

E eis que finalmente, depois de muito tempo esperando, chega ao blog os transsexuais. Em uma experiencia que tive no Motel do Espiador, em Sorocaba, como já contei um pouquinho aqui anteriormente na nossa tag Voyer.


OBSERVAÇÃO: Esta Postagem inaugura aqui no blog a TAG Transsexuais. Portanto, se possui algum tipo de preconceito, não leia. Este blog é totalmente liberal para todos os tipos de opção sexual!
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Estava um dia chuvoso, e eu não tinha muito lá o que fazer. Rodei de carro, fui no mcDonalds, mas nada de interessante no meu dia. Solteiro, apenas trocando SMS com algumas garotas desocupadas, mas nada sério, e nenhum plano para a noite, portanto, rodei para o Motel do Espiador.

Cheguei na entrada do Motel, desci o vidro e usei a palavra chave: "Vim pro clube VIP". Me perguntaram se eu já tinha visto antes, e eu disse que já tinha vindo com Rodrigo. E então me liberaram. Estacionei o carro atrás de todos os quartos, como se fosse nos fundos do Motel. Desci correndo para me molhar o minimo possivel, e entrei na salinha de espera. Um outro homem de sobretudo aguardava sentado e com uma revista Sexy nas mãos.

Na televisão da salinha, passava sexo explicito.
Me sentei no sofá aconchegante e fiquei vendo o negão enfiar uma tora no cu de uma latina. Filmes pornôs sempre me deixam excitados. Chegou na salinha a funcionária do Motel, a que avisa quando chega um casal novo e em qual quarto eles estão.
_Olá pessoal, acabou de chegar um casal no quarto 14. Quem é o próximo?
O homem de sobretudo se levantou, e saiu com a mocinha para fora. De algum modo, iam acessar algum quartinho ao lado do quarto 14 e espiar através do espelho.

Não demorou nem 10 minutos e a mocinha chegou para mim:
_Chegou um casal, estão no quarto 20.
Já fui me levantando, e ela me guiou. Entramos por uma porta ali na salinha mesmo, e subimos uma escada. O quarto 20 era no segundo andar. A primeira porta a esquerda, ela abriu a maçaneta.
_Lenços de papeis estão a direita, tá? Já já eles chegam.
Agradeci, entrei no quartinho pequeno e tranquei a porta. Assim que sentei na poltrona, de frente para o grande vidro que daria no quarto, o casal acendeu a luz.

Um homem forte, loiro e alto, digno de filmes pornográficos trancou a porta assim que a sua mulher entrou. Se o cara já era alto, a mulher acabou me surpreendendo, era maior do que ele. Longos cabelos escuros e pernas torneadas, um quadril espetacular e seios fartos. Já fui tirando o meu cacete para fora, meu pau ficou duro de imediato vendo aquela cena.
O cara se aproximou da gostosa e começou a cheirar o seu pescoço, começou a alisar o seu corpo, a sua bunda, o seu seio, e ela só foi rindo, deixando ele fazer o que quisesse com ela.
Até que ela abaixou o vestido, e tirou o blusão, ficou só de calcinha fio dental e uma camisa curtinha, mostrando a barriga.
Gostosa.

Uma pequena barriguinha sexy, bumbum empinado. Eu, assim como o cara do outro lado do vidro, estávamos terrivelmente excitados. O cara abaixou o shorts e exibiu seu grosso volume de pau, apontando para a mulher terrivelmente gostosa.

Ela foi logo se ajoelhando diante dele e caindo de boca naquele pinto enorme.
Eu ia me deliciando também com a chupada que a vadia fazia nele. Fazia garganta profunda sem derrubar uma lagrima no chão. Ele ia ao delirio, olhava para todos os lados do quarto, começou a olhar para o espelho e a foder com a boca dela. Ela gostava, começou a chupar o cacete dele, e a engolir com mais vontade.

Foi neste momento então que notei algo de estranho naquela mulher. Ela foi levando a sua mão para debaixo da calcinha. Abaixou um pouco a sua calcinha até as coxas grossas e torneadas e começou a se masturbar. Mas para minha surpresa, aquela masturbação com a mão fechada e com um vai e vem me deixou assustado. A mulher gostosa, de seios fardos, bunda empinada, coxas torneadas, tira uma piroca tão grande quanto a do cara que estava engolindo. Ela se masturbava com velocidade seu cacete e com maestria. A vadia era um transsexual. Ao ver o cacete da vadia sendo masturbado, eu só consegui ficar ainda mais excitado.

Ela parou de chupar o cara e sentou-se na cama. Com a calcinha de lado, continuou a se masturbar, e foi a vez do cara retribuir. Ele se ajoelhou diante dela e começou a chupar as bolas do traveco, chupava, sugava com vontade, com apetite. A travesti começou a gemer de desejos, e continuava a se masturbar. O cara então passou a limpa no cacete do traveco e abocanhou aquela pica feminina. O transsexual não parava de gemer, e o cara só no vai e vem. Sabia o que estava fazendo. Pensei em parar de assistir aquilo, podia desistir daquela sala e dizer que me interessava apenas por fodas heterossexuais, mas eu não conseguia parar de assistir. 

Compreendi que, voyeur gosta é de ver foda, e foda que é foda tem sempre seus gemidos, teus orgasmos, suas chupações e o prazer mutuo, de quem esta fazendo, e de quem esta ali, assistindo, com o pau na mão.


A transsex ficou deitada ali na cama com o cacete entre os dedos. O cara se levantou, procurou ali na bolsa dela um lubrificante. Quando ambos estavam totalmente nus, ele começou a lambuzar o cacete dele de lubrificante. Não demorou para aquele pau cabeçudo dele estar brilhando. Ele se deitou e a travesti se levantou para apagar a luz. O Motel do Espiador tinha uma vantagem: Para garantir que o espião continuaria assistindo tudo, toda vez que a luz era apagada, uma luz vermelha ficava acessa no quarto. Agora eu continuava assistindo aquela foda tão peculiar com uma luz vermelha. 

Ela voltava para a cama, subiu em cima dele mas não foi direto para cima de seu pau. Sentou-se em cima de seu peito, apontando o cacete duro na cara do homem. Ele, como não é bobo, caiu de boca na pica do traveco. O traveco, enquanto gemia, masturbava seu homem enquanto ele a chupava.

Sem parar de gemer, o transsex então se posicionou para sentar em cima do pau de seu homem. Enfiou ele todo no seu cu, já largo, acostumado de levar ferro. Sentou nele todo. O homem gritou de prazer. Imaginei a sensação de ter o pau dentro do cuzão daquele traveco. O cara segurou nas coxas grossas do traveco, e ela ia pulando em cima do seu pau, com gosto. Eu não conseguia tirar os olhos do cacete duro do traveco. Aquele cacete duro estava indo para cima e para baixo, junto com os seios deliciosos do travesti e a sua cabeleira. Ela não parava de gemer, e o cara deitado com o cacete no cu do traveco gritava de prazer.


Enquanto o cara ia metendo no cu do traveco, ela ia rebolando em cima de seu cacete, de um jeitinho manhoso e gostoso. E então soltou um gritinho gostoso, do seu pau, voou um jato de porra para cima do homem. Que logo foi pegando toda a porra que voou para o seu peito e foi bebendo.
O traveco então desceu do pau do seu homem e levantou as pernas dele. Posicionou o pau para o cu do seu homem e mandou ver. Começou a foder o cu de seu namorado com vontade, ia para frente e para trás de um jeito gostoso, e o cara só gemendo. O travesti falou para ele gemer fino, e os gemidos do homem mudaram, passaram de um gemido de prazer grosso para um gemido de uma putinha, bem fino.
Foi metendo no cu de seu homem. Agarrou o seu pau duro e ia masturbando enquanto dava as estocadas naquele cuzão do cara de pernas levantadas para o traveco. 

A essa altura eu já havia gozado. Corri para pegar a caixinha de lenços. Me limpei e continuei sentado na poltrona, assistindo cada detalhe daquela foda. 









Foi aí então que o cara gozou. 
Gozou nas mãos do traveco, melando tudo. A porra do cara voou pra cima do seu peito. Enquanto o homem ia apanhando a sua própria goza pelo teu corpo para tomar tudinho, o traveco tirou o pau de dentro de seu cu e começou a bater uma punheta. Ia gemendo mais rapido e se masturbando com mais velocidade. E quando o cara estava terminando de tomar toda a porra espalhada pelo seu corpo, o traveco gozou em cima dele, mais uma vez.
O cacete de ambos não amolecia. Tanto o cara quanto o traveco continuavam com o pau duro, e iam continuar fodendo. Sorte para mim, pois meu pau também estava duro com tantos gemidos e tantas gozadas.

O traveco sentou-se novamente em cima do seu homem, que foi colocando o cacete dentro daquele cuzão gostoso de transexual. Ele fazia caretas e xingava dezenas de palavrões com a transsex em cima dele, de pernas abertas e de pau duro. Continuava sentando em cima dele, o vai e vem gostoso com o pau no anus. O seu anus devorava aquele pau de jeito gostoso. Eu grudei no vidro para poder assistir melhor aquela foda. A transsex subindo de descendo naquele pau grosso, e seu cacete subindo e descendo junto dele. 

O pau da travesti começou a amolecer. Ela tentou masturbar seu pau, mas foi perdendo a ereção. Se deitou em cima do seu amado e ele continuou mandando ver o cacete duro e grosso dentro de seu cu. A travesti gemia alto. Se virou para beijar o seu homem, e ele passou a apertar os seus seios. 
Foi aí então que parou de meter, e gozou. 


Eu gozei também. A minha porra voou pelo chão da salinha. Enquanto fiquei limpando o chão com os lencinhos. Pude ver ainda o cara de joelhos no quarto lambendo o cacete do traveco em pé, proximo do espelho. Fiquei em pé, e parecia que o traveco olhava para mim, mas na verdade, estava se olhando no espelho. Ela estava gostando era de assistir o seu homem a chupando diante do espelho. Acabou gozando. A porra voou no espelho, e começou a escorrer.


Eu bati mais uma punheta enquanto eles se vestiam. A transsexual foi para o banho e o cara apenas se vestiu e esperou que ela saísse. 

Eu nunca imaginei que gostaria de uma foda daquelas, um cara fodendo um traveco e ela mandando ver no cu de um cara. Por dias eu fiquei curioso sobre aquilo que presenciei, fiquei excitado diversas vezes pensando naquilo tudo. 

Ser um voyer não tem preço.

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